Em 2018, todos na luta contra a retirada de direitos. Todos em defesa do SITSESP


    CUT fará ato na Praça da Sé em São Paulo no dia 11
    Autor:
    08/11/2016



     No Dia Nacional de Greve e Paralisação, em 11 de novembro, a CUT São Paulo, ao lado de sindicatos e movimentos sociais que integram a Frente Brasil Popular, organiza diversas atividades por todo estado paulista. Às 16h30, haverá ato na Praça da Sé, no centro da capital.

    Ocorrerão, no mesmo dia, paralisações de diferentes categorias. Esta mobilização se soma a muitas outras em que os trabalhadores se mobilizam contra as propostas que o governo ilegítimo de Michel Temer (PMDB) tenta impor ao Brasil.

    Entre as ações desse dia, haverá uma assembleia organizada pela Apeoesp (Sindicato dos Professores do Estado de São Paulo) na Praça da República, a partir das 14h, e outra, às 15h, com concentração no Masp, feita pelos movimentos que compõem a Frente Brasil Popular e Povo Sem Medo. Em seguida, todos seguirão em marcha à Praça da Sé.

    Os movimentos protestam contra a Proposta de Emenda à Constituição 241, que passa a tramitar no Senado como PEC 55, a qual, se aprovada, congelará gastos com saúde e educação no Brasil por 20 anos. Também levarão às ruas as bandeiras contra as reformas do ensino médio, da Previdência e Trabalhista.

    Presidente da CUT São Paulo, Douglas Izzo, avalia que o golpe tem se consolidado com a retirada de conquistas obtidas ao longo dos últimos anos. “Vivemos um período de profundos ataques aos direitos no Brasil. O que está em jogo mais uma vez são duas visões diferentes do papel do Estado na sociedade. Não é possível aceitar essa falsa propaganda de que cortar investimentos na saúde e educação e retirar direitos dos trabalhadores é a salvação para o país”

    Por isso, afirma o dirigente, o Dia Nacional de Greve será uma importante oportunidade de denunciar os ataques aos direitos e conscientizar a classe trabalhadora sobre as articulações do golpe e dos setores mais conservadores do país.

     

    Escrito por: Vanessa Ramos - CUT São Paulo