Em 2019, todos na luta contra a retirada de direitos. Todos em defesa do SITSESP


    Pré-dissídio no TRT não tem avanços
    Autor: SITSESP
    04/07/2019



    Hoje (04/07/2019) aconteceu a primeira reunião de pré-dissídio entre a Fundação Casa e o Sindicato, com a Comissão de Negociação no Tribunal Regional do Trabalho 2º Região.
    Estiveram presentes no Tribunal o Presidente da Fundação CASA Paulo Dimas e o advogado Medeiros. Pelos trabalhadores estavam o Presidente do SITSESP Aldo, Diretora Angela, Emerson da Comissão e o Advogado do sindicato Rafael.
    Dando inicio a audiência, Paulo Dimas explicou sobre as dez cláusulas. Falou sobre a recomposição de 4,13% e que 5% de aumento é impraticável, falou ainda sobre a liberação do valor de 2015 PCCS, e que para as 30 horas da pedagogia não tem como discutir. Para a jornada 2x2 dos agentes socioeducativo, não tem como mudar pois segundo ele, os funcionários acham interessante. Comentou sobre 2 ou 3 folgas.
    As reuniões Bipartite estão autorizadas e ainda haverá possibilidade de parcelamento da dívida sobre a coparticipação do convênio médico. E que eles estão realizando a revisão das portarias.
    Informaram ainda que estão realizando a estruturação da Corregedoria. Enfatizou que não tem como colocar todos os operacionais em escala 2x2 e que seus reajustes tem que estar no orçamento.
    O bônus foi recusado, pois estava pautado em obrigações naturais do servidor e a Fundação fez nova proposta, mas foi encaminhado para Políticas Salariais. Também relatou sobre a suspensão da coparticipação dizendo que era questão contratual, sem condições de mudar. Para a Fundação CASA a mudança de nomenclatura não tinha muita relevância e precisa de mais estudo. Foi feito vários apontamentos pelo sindicato e trabalhadores, tais como Segurança no Ambiente de trabalho, orçamento da Fundação Casa, adoecimento, vigilância, 4 trocas, PCCS de 2015, etc. Em seguida o juiz Rafael perguntou ao Presidente Dimas qual o possibilidade de mudar para 3 folgas. Paulo respondeu que tinha que passar pela Comissão de Políticas Salariais.
    Foi decidido que ambas as partes terão que fazer um documento colocando o que já foi negociado, seus argumentos com prazo de vinte dias.
    E no final a Fundação não trouxe nada de novo. No dia 13/07, sábado, haverá assembleia da categoria para avaliação desta reunião e encaminhamentos da categoria.