Em 2019, todos na luta contra a retirada de direitos. Todos em defesa do SITSESP


    Entrevista com Israel Leal, diretor de imprensa do SITSESP
    Autor: SITSESP
    20/07/2020



    A comunicação é fundamental. Como o sindicato está acompanhando e informando a categoria? Quais ferramentas ou formas o trabalhador tem para realizar denúncias trabalhistas de forma anônima e acompanhar a atuação da gestão Reconstrução e Luta?

    Estamos utilizando de um sistema novo para não confundir esta gestão com outras que passaram por esse sindicato, atuando diretamente nas bases para colher o máximo de informações possíveis, ouvindo servidores, suas demandas e demandas dos Centros, bem como, as críticas e sugestões. Cada pasta dentro da diretoria vem ouvindo suas bases e filtrando para essa diretoria de imprensa. A transparência nas informações é um quesito democrático e principalmente ético dentro da Gestão Reconstrução e Luta.

    Além de um novo sistema que está sendo adaptado, temos a colaboração de um assessor em comunicação e criação digital que vem atuando com muito afinco naquilo que a pasta de imprensa necessita e colaborando com as outras pastas, além da implantação do novo sistema que dará tranquilidade para que os servidores estejam garantidos nas suas denúncias e demandas, principalmente a ponte entre seus diretores de base que poderão salvaguardar o sigilo das suas informações averiguando os fatos denunciados e providenciando soluções.

    A Gestão Reconstrução e Luta sabe da importância das redes sociais para dialogar com a categoria e também para mostrar à sociedade a realidade dos trabalhadores e trabalhadoras do sistema socioeducativo. Em breve estaremos lançando um novo site e potencializaremos a comunicação no facebook e no instagram. Inclusive começaremos na terça-feira 21/07 com nossa primeira live, abordando temas jurídicos de interesse da categoria.

    Pegamos uma situação atípica, um ano de muitas demandas trabalhistas com uma pandemia desde o início da nossa gestão que está apenas começando, teremos sim, muito o que fazer até as coisas entrarem nos eixos e podermos colaborar com as expectativas da nossa categoria tão sofrida e lesada nos seus direitos.